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Tecla Windows

Como redimensionar um HD

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Quem é mais seguro Windows ou Linux?



É claro que os sistemas Linux não são infalíveis.
Mas uma de suas vantagens básicas reside no modo como os privilégios de conta são atribuídos. No Windows, quando criamos usuários, todos recebem acesso de administrador como padrão, (a não ser que voce decida que aquele usuário será restrito) o que significa que eles terão acesso a tudo no sistema, mesmo a suas partes cruciais – e os vírus que recebem, também. É como dar aos terroristas cargos de alto nível no governo.

Com o Linux, por outro lado, os usuários não nascem com privilégios de “root”; eles começam recebendo contas de baixa prioridade. Isso significa que, mesmo que um sistema Linux esteja comprometido, o vírus não terá o acesso “root” necessário para causar estrago a todo o sistema. O mais provável é que apenas os arquivos e os programas locais daquele usuário sejam afetados. Isso pode fazer a diferença entre uma leve chateação e uma grande catástrofe em qualquer ambiente de negócios. Sendo assim, os usuários do Linux tem mais segurança em seu sistema que os do Windows.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Win7 vem ganhando mercado rapidamente. 175 milhões de cópias legais foram vendidas até julho


O site americano ZDNet publicou um gráfico que mostra o sistema operacional utilizado pelos usuários para acessar o site. E não é que o número de visitantes através do Seven ultrapassou os usuários que utilizam XP?
Até o mês de julho, 175 milhões de licenças do Windows 7 foram vendidas pela Microsoft para o usuário final e há previsão de que esse número chegue a 350 milhões até o final do ano.
Muitos estavam esperando por mais uma leva de críticas à nova plataforma da Microsoft, semelhante ao que aconteceu com o Vista. No entanto, não foi bem assim. O sistema operacional tem sido bem aceito pelo público e mantém as vendas desde então.
De acordo com o site, o rápido crescimento do Seven se deu, principalmente, pelo upgrade que os usuários do Vista fizeram em suas máquinas - até mesmo quando o sistema ainda estava em versão beta.
Ainda de acordo com o ZDNet, a mais nova plataforma da Microsoft pode ser considerada o "anti-Vista".
Além disso, a rápida adesão do meio corporativo ao Seven impulsiona seu crescimento, o que também diminui a utilização do Windows XP.
Atualmente, cerca de 70% dos desktops corporativos utilizam o XP. Porém, se o crescimento do Seven se mantiver a 1.5% ao mês, o novo sistema deve superar a plataforma antiga até o final do ano que vem.

sábado, 31 de julho de 2010

Versão de testes do IE 9 prometido para setembro



A versão beta do Internet Explorer (IE) 9 já tem previsão de lançamento: setembro.
O anúncio foi feito por Kevin Turnet, o Chief Operating Officer da Microsoft, durante o Financial Analyst Meeting (FAM) da empresa.
A especulação inicial era de que o lançamento da versão de testes seria feito em agosto, mas o anúncio confirma que o beta virá mesmo em setembro.
Em 29 de julho, algumas supostas imagens do navegador vazaram na internet, mostrando um novo gerenciador de downloads. Até agora, foi possível verificar um novo engine para o Microsoft JavaScript (que é chamado de "Chakra") e novo subsistema de gráficos.
Por enquanto, não há previsão de quando a versão final será lançada. Se for levado em conta o cronograma da versão anterior do IE, o lançamento deve ocorrer próximo a setembro de 2011 - o beta do IE8 foi lançado em março de 2008 e a versão final ficou para exatos 12 meses depois, em março de 2009.

Provedoras de banda larga podem oferecer só 10 porcento da velocidade contratada.

O serviço de banda larga no Brasil é um dos mais caros em todo o mundo. A qualidade do produto, porém, nem de longe é proporcional ao cobrado pelas operadoras.

Além dos altos valores, as companhias não costumam entregar a velocidade de internet ofertada e o pior é que elas estão amparadas pela Lei! Você pode nem ter reparado mas, no contrato que assinou, existe uma cláusula que garante à empresa fornecedora de banda larga o direito de oferecer apenas 10% da velocidade contrata sem sofrer represálias. Mas por que isso acontece? Na verdade, esta é uma forma das empresas de internet otimizarem a rede. Se elas tivessem que garantir 100% da velocidade o tempo inteiro, a infraestrutura implementada teria que ser bem mais robusta. Da forma como é hoje, em horários de pico a velocidade cai. E elas também utilizam uma outra arma, o IP Dinâmico. Para entender esse lance de Ips: o IP, ou internet protocol, é como se fosse um endereço. É um número que identifica o seu computador quando ele se conecta à rede. Agora, imagine o seguinte: você acaba de desconectar a sua banda larga normal aí na sua casa. Em seguida, seu vizinho conecta a internet dele. Em vez da empresa ter 2 IPs, um pra cada um de de vocês, ela vai pegar o seu e transferir para o vizinho.

Para a empresa é benéfico porque ela não precisa criar um IP para cada usuário. Por isso a infraestrutura é mais simples, barata, e consegue atender um maior número de usuários.

Mas existe uma outra forma de disponibilizar internet que é utilizada, principalmente, pelo mercado corporativo. Grandes empresas normalmente optam pelo Link Dedicado. As empresas que fornecem internet dessa forma garantem velocidade integral e sem quedas durante 99,9% do tempo. Para isso, é preciso muita infraestrutura.

"O Link Dedicado é um serviço de internet, como o próprio nome diz, ele é dedicado. Então ele é um serviço diferenciado, um acesso dedicado de internet para a empresa. Ou seja, há uma preocupação muito grande na estabilidade desse link, na velocidade desse link, é realmente um serviço que pretende ter uma estabilidade muito grande para empresas que necessitam de internet o tempo todo, 24 horas, e um suporte diferenciado para esse tipo de serviço", diz Matheus Spagnuolo, analista de produtos da Telium.

É... mas oferecer essa estrutura custa bastante. Alguns planos podem chegar a custar 3 mil reais por “apenas 2 mega de velocidade. A questão é que, nesse caso, a velocidade é real. E o IP é só daquela empresa, não fica trocando de mãos o que permite fazer várias coisas que nós, usuários domésticos, teríamos dificuldade...

"Para um cliente empresarial um IP fixo é importante, às vezes ele aplicações como servidores web ou banco de dados que rodam na rede dele e que precisam ser sempre acessados pelo mesmo IP. Então ele vai ter um IP fixo e esse é também um dos diferenciais do link dedicado", afirma Matheus.

Sony desenvolve tecnologia que permite a criação de Blu-rays com até 1 TB de dados


Que tal um disco Blu-Ray que permite o armazenamento de 1TB de dados?


Enquanto para muitos possuir um reprodutor de discos Blu-Ray em casa não passe de um sonho distante, há bastante tempo já se fala em tecnologias capazes de tornar os discos azuis uma coisa do passado. Exemplo disso é o padrão BDXL, que ao utilizar discos com três ou quatro camadas consegue disponibilizar até 128 GB de espaço para gravação.


Porém, essa tecnologia que já impressiona por disponibilizar a capacidade de um disco rígido em um simples Blu-ray parece superada antes mesmo do lançamento. Ao menos se depender do anúncio da Sony que, junto com a Universidade de Tohoku, desenvolveu um novo laser capaz de aproveitar de forma muito mais eficiente a densidade de um disco comum.


Enquanto padrões como o BDXL aumentam o espaço disponível ao disponibilizar mais camadas ao disco (o que os torna incompatíveis com os reprodutores atuais), a Sony apostou em outra maneira de aumentar a eficiência do método de gravação. Em vez de aumentar o tamanho dos discos, a empresa decidiu aumentar a eficiência do laser utilizado.


Blu-Rays com até 1 TB de armazenamento


Assim como o laser utilizado para a gravação de um Blu-ray tradicional, a nova tecnologia utiliza um comprimento de onda de 405 nanômetros (para ter noção da escala, um nm equivale a um bilionésimo de metro). A diferença fica para a duração dos pulsos ópticos, com a duração de somente três picossegundos (um picossegundo equivale a um bilionésimo de segundo).


O novo equipamento possui uma potência de saída de até 100 watts, com frequência de até 1 gigahertz. Pode parecer pouco para quem está por dentro do assunto, mas esta capacidade de saída é cerca de cem vezes maior do que o método de gravação utilizado atualmente. Isto faz com que a capacidade de gravação seja em teoria até 20 vezes maior do que a de um Blu-ray tradicional, podendo chegar a 1TB em um disco de camada simples.


Embora existam outros métodos que já utilizam lasers de alta potência empregados principalmente em pesquisas científicas, a fonte de luz utilizada costuma ser muito grande e exige a presença de um técnico especializado para se certificar de que a operação acontece corretamente.


A Sony alega ter resolvido esse problema ao utilizar uma tecnologia que incorpora diodos semicondutores ao sistema de lasers, tornando-o mais estável e próprio para utilização em um leque muito grande de aplicações. O novo método também permite que o tamanho da fonte de luz utilizada seja drasticamente reduzido, o que pode significar leitores com dimensões menores se comparados aos atuais, por exemplo.


O novo laser semicondutor de alta potência e velocidade utiliza um método ótico não linear conhecido como “two-photon absorption” (absorção de dois fótons, em uma tradução livre), que acontece como resultado de pulsos óticos de alta intensidade.


Quando a luz é concentrada na lente durante a gravação, é criado um processo que muda propriedades químicas e termais ao redor do ponto de foco do laser, atingindo uma área menor que o diâmetro do ponto de foco da lente em si (se a explicação pareceu incompreensível, é porque realmente se trata de um processo realmente complicado).


Embora entender como o método funciona seja algo difícil e restrito aos especialistas na área, as aplicações práticas são bastante palpáveis. Esta tecnologia permite utilizar de forma muito mais eficiente a superfície de um disco, gravando dados de forma tridimensional – com a utilização de materiais que combinam elementos orgânicos e inorgânicos com propriedades adaptadas ao laser utilizado, o resultado é um espaço muito maior para a gravação de dados.


Os poucos protótipos montados até agora ocupam um espaço gigantesco e custaram em média US$ 100 mil para serem produzidos. Porém, isso tende a mudar, especialmente após a Sony ter sido bem-sucedida na gravação e leitura de dados utilizando a técnica, embora não haja nenhuma informação sobre previsões de quando a tecnologia passará a ser utilizada em escala industrial.


Novo fôlego para a mídia física


O anúncio desta nova tecnologia de gravação vai contar a tendência atual de distribuir conteúdos através dos meios digitais, e mostra que a Sony ainda está disposta a investir em meios físicos durante os próximos anos.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Cuidado! Alguns Plugins para o Firefox colocam segurança do usuário em risco



Dois plugins para o navegador Firefox podem colocar a sua segurança digital em risco. De acordo com um comunicado da empresa divulgado em seu blog de add-ons, o "Mozzilla Sniffer", adicionado à galeria no dia 06/06, rouba as senhas dos usuários. Já o "CoolPreviews" deixa o navegador vulnerável a ataques.

Retirado da lista de extensões, o Mozilla Sniffer já foi baixado mais de 1800 vezes e estima-se que cerca de 334 usuários ainda utilizem o complemento.A Mozilla adverte que quem instalou o plugin, deve alterar as suas senhas o quanto antes.

No 21º lugar na lista dos complementos mais baixados, as versões anteriores do CoolPreviews deixavam o navegador vulnerável a ataques. Uma nova atualização já foi adicionada à lista, a "3.1.0625". Estima-se que a extensão tenha em média 77 mil downloads por semana e que até a última terça-feira, 13/07, cerca de 177 mil usuários continuavam utilizando uma das versões com a vulnerabilidade.

Essa não é a primeira vez que a Mozilla põe a segurança de seus usuários em risco, mas a empresa diz que está trabalhando em um novo plano de segurança que revisará o código de add-ons antes deles serem adicionados e que todos os usuários que ainda estiverem com os plugins de risco serão notificados.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Mais de 10 mil usuários do Windows XP sofreram ataques nos últimos dias

O Windows sempre é alvo de diversas críticas quando se trata da segurança dos dados do usuário, com direito até a divulgação pública de uma brecha no Windows XP que permitia invasões por parte de hackers. Essa brecha, porém, vem sendo explorada em diversos países.
De acordo com a Microsoft, mais de 10 mil ataques foram registrados desde 15 de junho e o número cresce a cada dia. A falha foi localizada por um engenheiro do Google em 05/06.
Em um post feito no blog oficial da Microsoft, a empresa afirma que a única atividade na brecha era por parte de pesquisadores que a estavam estudando. Porém, em 15/06 esse quadro mudou e a exploração passou a se multiplicar.
Os principais alvos de ataques ao sistema operacional da Microsoft são Estados Unidos, Portugal, Alemanhã, Rússia e Brasil, sendo que os dois primeiros são os maiores alvos de conteúdo malicioso.
Os ataques são feitos por meio de programas maliciosos, baixados via brecha no sistema, localizada no Windows Help and Support Center, um serviço que permite fazer download de arquivos de ajuda referentes ao Windows XP.
A Microsoft liberou uma aviso de segurança em 10 de junho, quando o bug se tornou de conhecimento público.
O alerta apresenta modos de desabilitar o Windows Help Center Protocol. O próximo update que a Microsoft fará para arrumar bugs de segurança do sistema operacional está previsto para acontecer em 13 de julho.
Assim fica difícil se ter segurança na web usando Windows como sistema operacional.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

A nova atualização do Adobe Flash 10.1, divulgada na quinta-feira (10/6), consertou um bug que foi alvo de hackers recentemente

A Adobe anunciou na quinta-feira (10/6) uma atualização do software Adobe Flash Player, menos de uma semana após os relatos de que hackers haviam encontrado um bug no aplicativo.

Segundo a Symantec, os ataques ao Flash ainda não são generalizados, mas ela recomenda aos usuários que realizem a atualização, o mais rápido possível. "Temos observado um leve e constante aumento em casos relacionados a PDFs maliciosos, e esses números devem aumentar nos próximos dias", informou a companhia em um comunicado.

Criminosos estão explorando a falha usando arquivos swf maliciosos, que geralmente são abertos pelo plugin do navegador, ou através de PDFs que tenham arquivos maliciosos, com componentes Flash embutidos, anunciou a companhia. Ou, esses PDFs são abertos pelo Acrobat Reader, no qual inclui versões próprias do Flash que foram corrigidas no dia 29 de junho.

A atualização inclui, excepcionalmente, 32 correções de segurança contra bugs.

"Essa quantidade de correções é enorme, algo nos moldes do que seria de se esperar da Apple", disse o diretor de operações de segurança da nCircle Network Security, Andrew Storms.

Desde o ano passado, os softwares Adobe Flash e Reader têm se tornado alvos constantes de ataques. A empresa já estuda diminuir o tempo entre as atualizações de segurança.

(Robert McMillan)

Fonte: IDG Now

Pendrive que se autodestrói


Imagem de Divulgaçao

Você pode até não trabalhar com documentos confidenciais e investigações secretas, mas é sempre bom ter a garantia de privacidade com seur arquivos, certo? O Tamatebako, novo pendrive da Fujitsu, foi criado justamente com esse objetivo: proteger arquivos particulares.


Ele preserva seus dados de duas maneiras. Você pode programar um prazo para a autodestruição dos arquivos (de 10 minutos a uma semana) ou criar uma senha de proteção (e quando alguém colocar a senha errada, os arquivos são apagados automaticamente). Tudo sem explosões ou contagens regressivas fulminantes - o Tamatebako apenas apaga os arquivos mesmo.


O preço ainda não foi divulgado, mas o pendrive estará disponível na versão de 2 GB, que pesa cerca de 45 gramas.


Pendrive autodestrutivo: Tamatebako.

'Síndrome do Delay', que pode atrasar a imagem da TV

O jogo está bom, a seleção está ganhando. De repente, você escuta alguns vizinhos xingando o time adversário e outros gritando "gol". Por alguns segundos você se sente perdido já que na sua TV nada mudou.

No auge da Copa do Mundo essa situação nunca esteve tão evidente, e muita gente nem imagina por que alguns “privilegiados” assistem antes de outros “mortais” os lances mais emocionantes das partidas de futebol.

Isso ocorre porque a TV digital sofre da “Síndrome do Delay”, que nada mais é que um atraso --que pode variar de cinco a quinze segundos-- na transmissão do áudio e do vídeo. E esse atraso acontece justamente para garantir uma melhor qualidade de imagem e de som, como se o telespectador estivesse dentro de um estádio de futebol.

Para saber como funcionam os diversos tipos transmissão de som e imagem, leia os tópicos abaixo e identifique qual é o tipo de transmissão mais adequado para você, que fica aflito para saber antes de todo mundo o que acontece na partida, ou mesmo que está simplesmente preocupado com uma melhor qualidade de som e de imagem.

Rádio

É o sistema que apresenta o menor delay até o destino final em relação à fonte geradora dos dados: cerca de 1 segundo de atraso. Isso ocorre porque o sinal do rádio (quando analógico) não precisa ser codificado, e chega mais rapidamente até o receptor. É por esse motivo que muitos fanáticos por futebol preferem acompanhar o narrador de uma partida a partir de um radinho de pilha, mesmo com a TV ligada.

TV Analógica

Esse padrão foi adotado pelos Estados Unidos há pelo menos 50 anos. No Brasil ele é utilizado tanto pela TV aberta quando pela TV por assinatura. Funciona assim: o sinal de televisão (imagem e som) sai da fonte geradora através de uma antena e vai até um satélite para ser distribuído até as programadoras. Esse sinal chega então em uma antena receptora (geralmente instalada no telhado do domicílio) e daí sim é exibido na telinha do telespectador. O atraso aqui é de cerca de dois segundos.

TV a Cabo Analógica

Com um delay que não chega a três segundos, é muito semelhante com o sistema analógico padrão da TV aberta. A diferença aqui é que na transmissão analógica através do cabo saem as antenas e entram os cabos (geralmente de fibra óptica). Isso significa que a imagem e o som “viajam” da fonte geradora (estádio de futebol, estúdio de TV, teatro etc) através de cabos finíssimos até a casa do telespectador. Para assistir ao sinal dos canais a cabo é necessário assinar os serviços de uma operadora e pagar por isso.

TV a Cabo Digital

Neste sistema, o sinal sai da fonte geradora via cabo e invariavelmente precisa ser codificado, comprimido e transformado em formato digital, para depois continuar sua “viagem” até a casa do telespectador. Lá esse sinal precisa de um decodificador (aquelas caixinhas que são oferecidas pelas operadoras de TV por assinatura) e passam por uma transformação em sinal analógico (se for um televisor convencional) ou são exibidos diretamente na telinha quando o aparelho tiver um sintonizador de sinal digital interno. Esse processo de transformação do sinal é, portanto, o principal responsável pelo atraso da transmissão, mas as imagens chegam bem mais nítidas e o áudio com melhor definição. O atraso aqui pode chegar a cinco segundos em relação à fonte geradora.

TV Via Satélite

O sinal deste sistema é transmitido pelo ar e sai da fonte geradora numa viagem de ida e volta até o espaço. Essa longa jornada e, principalmente, a codificação do sinal para formato digital, são os principais motivos do atraso na transmissão, que pode variar de 13 a 15 segundos em relação à fonte geradora dos dados, mas somente quando o sinal final for digital. Quando for um sinal analógico via satélite, esse atraso não chega a três segundos.

Fonte: www.televisao.uol.com.br

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