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Tecla Windows

Como redimensionar um HD

sábado, 24 de maio de 2008

O que é a nanotecnologia? Por que é preciso um uso responsável?

A nanotecnologia é a capacidade potencial de criar coisas de tamanho reduzidíssimo, usando as técnicas e ferramentas que estão a ser desenvolvidas nos dias de hoje para colocar cada átomo e cada molécula no lugar desejado. Se conseguirmos este sistema de engenheria molecular, o resultado será uma nova revolução industrial. Além disso, teria também importantes consequências econômicas, sociais, ambientais e militares.

Quando Eric Drexler popularizou a palavra "nanotecnologia", nos anos 80, referia-se à construção de máquinas à escala molecular, de apenas uns nanômetros de tamanho: motores, braços de robô, inclusive computadores inteiros, muito menores do que uma célula. Drexler passou os seguintes dez anos a descrever e analisar esses incríveis aparelhos e a dar resposta às acusações de ficção científica. No entanto, a tecnologia convencional estava a desenvolver a capacidade de criar estruturas simples à escala reduzida. Conforme a nanotecnología se converteu num conceito aceito, o significado da palavra mudou para abranger os tipos mais simples de tecnologia à escala nanométrica. A Iniciativa Nacional de Nanotecnologia dos Estados Unidos foi criada para financiar esse tipo de tecnologia: a sua definição inclui qualquer elemento inferior a 100 nanômetros com propriedades novas.
Fala-se com frequência da nanotecnologia como uma "tecnologia de objetivos gerais". Isso deve-se ao fato de que na sua fase madura terá um impacto significativo na maioria das indústrias e áreas da sociedade. Melhorará os sistemas de construção e possibilitará a fabricação de produtos mais duráveis, limpos, seguros e inteligentes, tanto para casa, como para as comunicações, os transportes, a agricultura e a indústria em geral.

Imagine-se dispositivos médicos com capacidade para circular na corrente sanguínea e detectar e reparar células cancerígenas antes de que se estendam.
Imagine-se o que seria "encolher" todo o conteúdo da Biblioteca Nacional num dispositivo do tamanho de um cubo de açúcar. Ou então desenvolver materiais dez vezes mais resistentes que o aço e com apenas uma fração do peso. - U.S. National Science Foundation

Tal como já aconteceu com a electricidade ou os computadores, a nanotecnologia melhorará em grande medida quase todas as facetas da vida diária. Como tecnologia de objetivos gerais, porém, teria um uso duplo, ou seja, teria múltiplas aplicações comerciais e também militares: seria possível produzir, por exemplo, armas e aparelhos de vigilância muito mais potentes . A nanotecnologia representa, portanto, incríveis vantagens para a humanidade mas também graves riscos. A base da nanotecnologia é o fato de que não só oferece produtos aperfeiçoados como também uma ampla variedade de melhores meios de produção. Um computador pode fazer cópias de ficheiros de dados; basicamente tantas cópias como quisermos a um custo muito reduzido ou mesmo inexistente. Pode ser apenas uma questão de tempo até que a fabricação de produtos se torne tão barata como a cópia de ficheiros. Aqui reside a verdadeira importância da nanotecnologia, por isso é vista às vezes como "a próxima revolução industrial". "Na minha opinião, a revolução nanotecnológica tem o potencial de mudar a América numa escala igual, senão maior, do que a revolução informática." - Citação do U.S. Senator Ron Wyden (D-Ore.)

Conceito artístico duma nanofábrica portátil

Cortesia de John Burch, Lizard Fire Studios (3D Animation, Game Development).

Seria possível condensar o poder da nanotecnologia num aparelho de aparência simples chamado nanofábrica, cheio de minúsculos processadores químicos, computadores e robôs e que poderia ser colocado no seu computador pessoal. Os produtos seriam fabricados diretamente a partir dos projetos e, portanto, tratar-se-ia de um processo rápido, limpo e barato.
A nanotecnologia não só permitiria a fabricação de produtos de alta qualidade a um custo muito reduzido como também a criação de novas nanofábricas com o mesmo custo e velocidade.
É mesmo por essa capacidade única de auto-reprodução (para além da biologia, evidentemente) pelo que a nanotecnologia se denomina "tecnologia exponencial". Refere-se a um sistema de fabricação que, por sua vez, seria capaz de produzir mais sistemas de fabricação-fábricas que produziriam outras fábricas de maneira rápida, barata e limpa. Os meios de produção poder-se-iam reproduzir exponencialmente. Portanto, em apenas umas semanas, poderiamos passar de um reduzido número de nanofábricas para vários bilhões. Constitui, então, um tipo de tecnologia revolucionário, transformador, potente mas também com muitos riscos (ou vantagens) potenciais.
Quanto tempo demorará a ser uma realidade? Os analistas mais prudentes falam num período de 20 ou 30 anos a partir de agora, ou ainda mais tarde. No entanto, o CRN receia que possa acontecer muito antes, provávelmente durante a próxima década. Isto é devido ao rápido avanço das novas tecnologias como, por exemplo, no campo da óptica, nanolitografía, mecânoquímica e criação de protótipos em 3D. Caso chegue tão rápido, talvez não estejamos prontos e poderia ter graves consequências.

Julgamos que não é cedo demais para começar a colocar uma série de questões e abordar os seguintes temas:
* A quem pertencerá essa tecnologia?
* Estará altamente restringida, ou amplamente disponível?
* Como afetará o fosso entre ricos e pobres?
* Como poderão ser controladas as armas perigosas e prevenir corridas armamentistas?

Muitas destas questões já foram colocadas há mais de uma década e ainda não receberam resposta. Caso não abordarmos essas questões de maneira deliberada, as respostas chegarão sozinhas e podem apanhar-nos de surpresa; e a surpresa provavelmente não seja agradável.
É difícil antecipar com certeza quanto tempo tardará esta tecnologia em madurar, em parte porque poderia acontecer que já estejam a ser desenvolvidos desde há anos programas industriais ou militares clandestinos sem o nosso conhecimento (especialmente em países que não têm sociedades abertas).
Não podemos garantir que a nanotecnologia não será desenvolvida plenamente nos próximos dez anos ou inclusive cinco anos.

Embora poderia levar mais tempo, a prudência - e possívelmente a nossa sobrevivência - exige que pensemos no cenário mais antecipado e que, portanto, nos preparemos já.

Fonte: http://www.euroresidentes.com/

terça-feira, 29 de abril de 2008

Proteja-se! Conheça uma lista de alguns emails falsos

Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a postagem.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Há falta de profissionais para Área de TI no Brasil

Brasil tem déficit de 150 mil profissionais de Tecnologia da Informação
Nos próximos quatro anos, o Brasil acumulará um déficit de 150 mil profissionais de TI. A informação foi dada ontem, 27, por Benjamin Quadros, presidente da prestadora de serviços BRQ. O executivo foi um dos palestrantes do Seminário Brasil Outsourcing, que aconteceu entre os dias 26/02 e 27/02 em São Paulo.
De acordo com os números apresentados pelo executivo, o País tem hoje 47% dos trabalhadores em TI da América Latina (900 mil pessoas), seguido pelo México (23%) e Argentina (9%). Apesar do domínio, o País precisará, entre este ano e 2011, de 320 mil novos profissionais de TI – 100 mil para o mercado de offshore e 220 mil para demanda interna.
Se a situação não é animadora, fica um pouco pior quando se compara a mão-de-obra formada aqui com a de concorrentes como a Índia, hoje o maior exportador de profissionais especializados do mundo. Segundo Quadros, o primeiro ponto de atenção é a baixa escolaridade média do profissional brasileiro, que passa menos tempo na escola dos que os indianos.
“Outro ponto de atenção é a fluência em inglês. Hoje, 80% da informação eletrônica existente no mundo está em inglês e o Brasil tem apenas 1,3 milhão de pessoas fluentes no idioma, com somente 10% deste contingente trabalhando no setor de TI”, afirma.
Quadros diz que, para reverter esta situação, o setor tem dois grandes desafios pela frente. O primeiro deles é atrair mais estudantes para a área. Outro desafio seria colocar o setor na agenda do governo, que não tem demonstrado preocupação com a formação de profissionais para o setor.

Fonte: www.terra.com.br

terça-feira, 22 de abril de 2008

Mudança de visual

De sua opnião sobre o nosso novo Layout. Fale se gostou das novas cores. Se o visual está bom como um todo. Obrigado.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

72% dos internautas não crêem em vírus

Esta é uma notícia preocupante. De acordo com um estudo divulgado pela entidade ligada ao Comitê Gestor da Internet, Nic.br, somente 29% dos usuários brasileiros dizem ter enfrentado problemas de segurança em seus computadores.
Ainda segundo a pesquisa, esse número se deve ao desconhecimento. Entre os internautas com maior renda e escolaridade, 46% enfrentaram problemas. Entre os de menor nível de estudo esse índice cai para 12%. Quem deve estar gostando desta notícia são os Crackers (Hackers maliciosos, ou do mal) que veem nesta notícia uma oportunidade de infectar muito mais máquinas do que eles imaginavam, com programas que roubam informações importantes sem que o internauta incauto saiba. Muitas destas pessoas estão com o seu computador infectado e nem desconfiam porque nem todo virus de computador mostram algum sintoma que possa ser visto por um usuário desavisado ou desinformado. Um cavalo-de-tróia por exemplo, a princípio não causa nenhum problema visível no sistema até que o sistema seja infectado ou dominado por outros programas que ele permite entrar no micro ao abrir as "portas" da internet. Existem programas que são instalados via internet nos computadores dos desavisados que ficam em oculto trabalhando quando a pessoa está conectada, de uma forma que ninguém consegue saber que estão ali, até fazer uma varredura com um antivirus que consiga encontrá-lo. Quero deixar claro aqui que você não deve confiar apenas em um antivirus ao fazer uma varredura no seu micro. Pois tem virus que são encontrados por um determinado antivirus e que não são encontrados por outros. Ou seja, nenhum é 100%, pois sempre vai existir uma nova ameaça e nem sempre existem vacinas para ela em todos antivirus conhecidos. Portanto, continuo tentando ajudar a todos com as dicas de segurança que já são até muito conhecidas.
* Sempre tenha um bom antivirus em sua máquina, nem sempre confie na maioria dos internautas que dizem que um certo Antivirus é o melhor, faça você mesmo uma busca sobre o assunto em sites especializados em segurança na internet, lendo muito sobre os antivirus existentes, nos sites de cada fabricante existe as informações necessárias, claro que você não deve crer em tudo que ler. Existem antivirus pagos e gratuitos. Nem sempre o pago é melhor que o gratuito ao fazermos comparações entre antivirus diferentes, pois existem antivirus gratuitos que acham e retiram virus que alguns pagos não conseguem. Com isso não quero dizer que os antivirus pagos não sejam bons. Faça testes com vários instalando cada um na sua máquina com as devidas atualizações. Nunca instale dois antivirus diferentes no seu micro, antes de instalar um outro, você deve desinstalar o anterior completamente, senão o seu micro pode travar e até não abrir o seu sitema operacional ao reiniciar. Instale também pelo menos dois antiespiões(Antispywares) pois, além dos virus existem esta praga que também causam problemas. Através dos espiões os Crackers também roubam dados importantes do usuário desavisado. Proteja-se, é sério. Espero ter ajudado mais uma vez. Você pode opinar sobre este assunto deixando seu comentário.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Cuidado! Perfil no Orkut usa caso Isabella para disseminar programa invasor

Usuários do Orkut estão utilizando o caso da menina Isabella Oliveira Nardoni, 5, que morreu no último sábado (29), para distribuir uma praga na internet. Um perfil falso da mãe da menina, Ana Carolina Cunha de Oliveira, contém um link para um site com aplicativo invasor.
Em e-mails enviados nesta quinta-feira (3), um usuário pede que os internautas do Orkut adicionem um
perfil de Oliveira à sua lista de amigos - a página, hospedada no site de relacionamentos, é falsa. Na descrição do "profile", cheia de erros de digitação, o usuário é convidado a ver um vídeo da reconstituição do "incidente" no site "reconstituicaodoincidente.rg3.net".
Ao abrir o site, é disparado o download do arquivo "reconstituicao_MID.cmd", que na realidade é um programa espião, usado para monitorar senhas e outros dados pessoais do internauta.
Segundo o programador de web Vinicius K-Max, o aplicativo pode se apoderar da conta do Orkut do usuário para enviar o link para amigos, por scrap, fazendo com que o aplicativo malicioso de espalhe pela rede. "Muitos nem imaginam que tiveram a conta seqüestrada e estão sendo usados para disseminar esse tipo de coisa", K-Max.

sexta-feira, 28 de março de 2008

Quais as diferenças entre hacker, cracker e lammer?

1) Quais as técnicas mais comuns utilizadas para se aplicar golpes pela Internet?
a) O golpista começa a pesquisar por informações públicas, por exemplo:
* Dados referentes aos lucros, patrimônio e classificação por ativo das instituições financeiras.
* Tecnologia utilizada pelas instituições financeiras.
b) O golpista, após identificar a instituição que irá sofrer os “ataques”, geralmente age destas maneiras:
* Deverá localizar servidores na Internet desprotegidos. Dessa forma, o golpista poderá hospedar um cavalo de
tróia (código malicioso) ou uma página clonada da instituição financeira. Neste tipo de ataque, o golpista irá
induzir o correntista do banco a visitar a página falsa ou realizar o download do cavalo de tróia. O correntista
fornece as informações “confidencias” que o site falso está solicitando e o site falso armazena as informações
(em alguns casos a informação é enviada por e-mail) para que o golpista tenha acesso.
* O objetivo do cavalo de tróia é identificar quando a vítima está acessando o site verdadeiro do banco e coletar
todas as informações, tais como: agência, conta corrente, senha, frase secreta, teclado virtual, etc. Podemos
observar abaixo as informações que o cavalo de tróia irá coletar:
* Esses cavalos de tróia criados pelo golpista geralmente são disseminados através de e-mails. Para dificultar o
rastreamento da origem dos e-mails falsos utilizando o nome da instituição ou qualquer outro tipo de apelo, o
golpista procura servidores de e-mail localizados em outros países e que estejam vulneráveis. Ou seja, os
servidores de e-mail estão sujeitos a ataques onde podem ser criados ou utilizados para envios de e-mails
falsos.
c) Outra técnica é quando o cavalo de tróia identifica o site do banco que está sendo acessado e abre uma página
falsa sobrepondo a página verdadeira.
d) Os golpistas precisam transferir o dinheiro para contas de “laranjas”, onde
os laranjas receberão uma quantia que pode variar entre R$ 30,00 e R$ 50,00 reais.
2) Existe um perfil do estelionatário eletrônico? E há um perfil das vítimas desse tipo de golpe?
Realizamos um estudo dos casos que atendemos e chegamos a seguinte conclusão:
a) Perfil comum:
* Classe Média
* Idade entre 16 e 28 anos
* Autodidata
b) Utilizam nomes falsos, por exemplo:
* Nomes de listas de hóspedes de hotéis
* Nomes de listas de faculdades
c) Trocam informações através de salas de bate-papo e programas de mensagens instantâneas. Os golpistas não
escolhem suas vítimas no mundo virtual. Existem casos de pessoas desempregadas vítimas de fraude na Internet
e empresários também.
3) Qual o grau de culpa do internauta por não perceber que está sendo envolvido em um golpe?
Quando o cliente do banco entra em contato informando o “desaparecimento” do dinheiro de sua conta corrente, o
banco poderá, após uma auditoria, informar que o cliente provavelmente utilizou um computador não seguro. Por
exemplo: computadores de faculdades, Internet Café, bibliotecas (coisa rara no Brasil), etc. O internauta não é
considerado culpado, tanto que, normalmente os bancos estornam os valores transferidos indevidamente.As
instituições financeiras investiram nos programas de conscientização. Dessa forma, o internauta poderá seguir
alguns procedimentos para identificar páginas e e-mails falsos, e manter o seu computador mais seguro contra
esses cavalos de tróia.
Recomendações:
Fazer um boletim de ocorrência na delegacia informando o “desaparecimento” do dinheiro em sua conta corrente.
Solicitar uma auditoria do banco para identificar o destino do dinheiro.
O tempo para o encerramento do caso pode levar de 30 à 90 dias.
4) Quais as precauções que um usuário da internet deve tomar para não ser vítima de um golpe eletrônico?
* Utilize apenas computares que você julgue confiáveis e seguros.
* Fique atento a abordagens através de e-mail ou sites solicitando informações pessoais.
* Leia atentamente as recomendações de segurança disponíveis no site do seu banco.
* Mantenha seu software antivírus atualizado.
* Mantenha seu Windows sempre atualizado.
* Utilize sempre um personal firewall, para evitar o acesso indevido em seu computador.
* Utilize programas que identificam e removem os programas espiões. Geralmente conhecidos como Detectores
de Intrusos.
5) Quais as diferenças entre hacker, cracker e lammer?
O hacker é um individuo que utiliza seu conhecimento para invadir computadores com o objetivo de desafiar suas
habilidades. O hacker nunca invade um sistema com o intuito de causar danos a sua vítima. Geralmente o hacker
invade um computador, deixa uma prova de sua invasão e compartilha sua proeza com os demais hackers.
O cracker é o indivíduo que utiliza seu conhecimento para invadir computadores e roubar informações
confidencias.
Geralmente essas informações são vendidas ou utilizadas para aplicar golpes na Internet.
O lammer é considerado o novato na área. Utilizam programas prontos para realizar as invasões na Internet.
Geralmente não sabem o que estão fazendo ou até mesmo para que serve o programa que estão utilizando.
Os lammers são a grande maioria na Internet e são os responsáveis pelo fato das empresas começarem a
prestar mais atenção na área de segurança da informação.

sexta-feira, 14 de março de 2008

Chegou a hora de descartar o Windows?

É possível fazer isso? É o momento certo? Descubra o que será necessário para mudar finalmente para o Mac OS X ou Linux no desktop.
A petição “Salve o XP”, solicitando à Microsoft para manter o Windows XP disponível indefinidamente, ao invés de cessar as vendas em 30 de junho conforme está previsto, levou muitos leitores a sugerir que talvez a melhor resposta para aqueles que não gostam do Vista seja mudar totalmente de sistema operacional.
“Não tenha medo. Basta migrar para o Linux e se tornar um membro de uma sociedade verdadeiramente livre”, escreveu Carlos Raul Gutierrez. “Comprei um Mac mini por causa do Windows Vista. Mas não queria que minhas únicas opções fossem um sistema operacional que estaria obsoleto (XP) em breve ou um que tivesse bugs e quebrasse grande parte do hardware existente (Vista). E não sou geek o bastante para usar o Linux (fazer as coisas a partir da linha de comando? Nem pensar...)”, escreveu alguém que se identificou apenas como Jack.
Até que ponto a migração para o Linux ou o Mac OS X da Apple é realista? Para alguns usuários – freqüentemente, pessoas com grande conhecimento técnico como engenheiros, consultores, designers e CTOs - é uma opção clara que já funciona muito bem. No ano passado, a utilização do Mac OS X ou Linux como sistema operacional padrão foi facilitada pela capacidade de executar o Windows em uma máquina virtual, proporcionando acesso tanto a aplicações puramente Windows quanto a Web sites que se apóiam em tecnologia ActiveX puramente Internet Explorer. Porém, em um ambiente de negócio, a mudança para um PC Linux ou Mac pode não ser tão fácil. A opção Mac OS X Das alternativas plausíveis ao Windows, o Mac OS X da Apple tem participação de mercado e histórico mais expressivos.
Tom Yager tecnólogo-chefe do InfoWorld, escreveu que a última versão do Mac OS, Leopard (10.5), é simplesmente o melhor sistema operacional disponível. E os Macs estão realmente pipocando com mais freqüência, até mesmo nos círculos de TI – no ano passado, em conferências, vi mais MacBook Pros nas mãos de CTOs e executivos de TI do que jamais vi notebooks Mac. Embora não existam números reais sobre a adoção corporativa de Macs, é evidente que a Apple está em fase de crescimento, conquistando uma parcela cada vez maior de todas as vendas de novos computadores há mais de um ano. Yager, do InfoWorld, narrou as aventuras de um usuário de PC que mudou para o Mac OS, mostrando que, para um usuário individual, a conversão acabou sendo compensadora. O site TechWeb também ofereceu um bom guia de migração para o Mac OS X.
Uma ferramenta essencial de quem está migrando para o Mac OS X é uma máquina virtual para rodar o Windows para estas aplicações e web sites que necessitem dele. Tanto o Parallels Desktop 3.0 quanto o software Fusion da EMC VMware dão conta do recado, como mostrou uma análise comparativa do InfoWorld. Apesar de os Macs serem compatíveis com a maior parte do hardware típico, como monitores e drives, encaixar um Mac nos sistemas de gestão e nas aplicações ERP de uma empresa é outra história. O blog Mac Enterprise de Yager e o grupo de usuários Mac Enterprise oferecem orientação para gerenciar Macs em um ambiente de TI tradicional.
A opção Linux
O usuário com maior aptidão técnica pode ser atraído para Linux, o tipo mais popular de Unix no desktop. Normalmente, os desktops Linux são desafiados pela compatibilidade de hardware limitada (devido à falta de drivers), opções limitadas de aplicações e interfaces com o usuário que requerem participação ativa para execução do trabalho, o que tende a manter o Linux distante da população usuária geral. Mas quem trabalha com um servidor Linux o dia inteiro pode descobrir que utilizá-lo também no desktop facilita a vida. Assim como os usuários Mac, os usuários Linux às vezes precisam acessar o Windows. Considerando-se que as distribuições Linux rodam em hardware compatível com o Windows, é simples usar software de virtualização de desktop, como o Parallels Workstation, o VirtualBox da Sun (anteriormente da Innotek) e o software Workstation da EMC VMware, para proporcionar acesso a ambos os ambientes. Embora algumas empresas tenham se comprometido com uma vasta implantação do Linux – a montadora de automóveis Peugeot Citroën, por exemplo, planeja instalar 20 mil desktops Novell Suse Linux – a maioria deixou o Linux com as equipes de engenharia e desenvolvimento. Randall Kennedy, responsável pelo blog Enterprise Desktop no InfoWorld, argumenta que o Linux no desktop está condenado a permanecer um sistema operacional para um pequeno nicho, dada a falta de interesse da comunidade Linux em fornecer uma interface com o usuário que pessoas comuns possam utilizar. Kennedy tentou passar uma semana trabalhando somente com a distribuição Ubuntu do Linux, mas desistiu no quinto dia.
A visão de Kennedy, porém, não é a última palavra sobre Linux no desktop. Neil McAllister, colaborador freqüente do site InfoWorld e outros sites que tratam assuntos de tecnologia, preparou um relatório especial sobre como migrar do Windows para Linux, concluindo que o esforço não foi tão grande quanto se poderia pensar. Quem tem razão? Como acontece com qualquer escolha de plataforma, talvez ambos. Uma abordagem “tamanho único” pode ser irreal. E isso provavelmente explica por que muitas empresas terão um mix, dominado pelo Windows XP hoje (e talvez o Vista dentro de alguns anos), mas não vinculado exclusivamente ao sistema operacional da Microsoft.

A primeira calculadora eletrônica


Quatro anos após o lançamento do primeiro microcomputador, Jack Kilby, o mesmo inventor dos circuitos integrados, criou em 1971 esta que foi a primeira calculadora.

Comparação de Teconologias, o velho e o novo


O IBM PC e o Pentium IV
PC com chip Pentium IV da Intel (em primeiro plano) é milhões de vezes mais poderoso que o primeiro IBM PC de 1981, ao fundo.
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