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Como redimensionar um HD

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Especialista em segurança adverte: pessoas precisam ser paranoicas na internet

Em entrevista exclusiva, o especialista em segurança Vinicius Camacho detalha os riscos a que as empresas e pessoas estão expostas na rede.
“Seja paranoico”. Este é o conselho que Vinicius Camacho, desenvolvedor e pesquisador de segurança na internet, dá ao internauta que quer evitar qualquer tipo de risco no ambiente virtual. Camacho trabalha há cinco anos como pentester (testador de vulnerabilidades), simulando ataques de hackers em sistemas de empresas para consertar falhas.
Em entrevista exclusiva ao Olhar Digital, o especialista critica a qualidade dos cursos de programação e fala, entre outros temas, que a falta de privacidade gerada pelo excesso de conteúdo divulgado em redes sociais e outros sites se tornou o maior perigo para os internautas.
Leia a entrevista na integra no seguinte endereço:

http://olhardigital.uol.com.br/produtos/seguranca/noticias/pesquisador_de_seguranca_adverte_seja_paranoico

Novos vírus ameaçam usuários de redes sociais e de mensageiros instantâneos

A empresa de soluções de segurança Panda Security divulgou um relatório sobre novas ameaças aos usuários do Facebook e dos programas de mensagens intantâneas, como o Windows Live Messenger e o Yahoo. O documento destaca que, de olho na popularidade das redes sociais e de novos meios de comunicação, os cibercriminosos têm criado malwares voltados a enganar e a infectar vítimas na internet.
Um dos exemplos de malwares detectados pela Panda é o novo Trojan Asprox.N. Ele cria um e-mail para as potenciais vítimas informando que a conta do Facebook estaria sendo utilizada para destribuir spams. Segundo a mensagem falsa, o usuário deve acessar seu login e senha modificados, por meio de um arquivo anexado ao e-mail ("Facebook_details.exe"). Quando aberto, o Trojan abre um documento .doc para enganar o usuário enquanto usa todas as conexões do computador para enviar spams por meio da máquina.
Outro código descoberto foi o chamado Lolbot.Q, que é distribuído em comunicadores intantâneos, exibindo uma mensagem com um link malicioso. O link faz o downloas de um worm que rouba a senha do Facebook e impede que o usuário acesse sua conta. Em seguida, o usuário é redirecionado para uma página falsa dizendo que é necessário reativar a conta e preencher um questionário, que envia suas informações ao disseminador do vírus.
Fonte: www.olhardigital.com.br

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Página falsa oferece cobertura ao vivo do programa BBB-11 a partir de login e senha do usuário

A 11ª edição do programa televisivo Big Brother Brasil é utilizada como isca para golpistas. Segundo constatou a Symantec, especializada em segurança virtual, a fraude consiste em um phishing, ou seja, um site falso que utiliza uma marca conhecida para parecer real, neste caso uma grande rede social.

O usuário é levado a acreditar que basta utilizar o seu login para assistir ao programa ao vivo dentro da rede. O site falso, então, rouba as informações de login da vítima. Esse ataque já havia sido utilizado em 2010, durante a 10ª edição do programa.

Essa é uma tática comum de phishings: utilizar atrativos do momento com um tipo de apelo. Portanto, procure sempre constatar a veracidade das informações e ofertas que aparecem na sua caixa de email. A Symantec aproveita a situação para dar três dicas básicas de segurança na internet, as quais nós do Baixaki reforçamos para os leitores:

  • Não clique em links suspeitos presentes em mensagens de email;
  • Evite fornecer informações pessoais ao responder emails;
  • Nunca forneça informações pessoais em uma tela popup.
Outra dica que você pode seguir para evitar cair em um phishing é conferir o endereço onde você navega. Apesar do visual muito parecido com o do site original, há sempre algum detalhe no endereço que atesta a falsidade do conteúdo.

Molécula que armazena luz possibilita a criação de baterias líquidas

Pesquisadores do MIT (Massachusetts Institute of Technology) descobriram como usar a molécula dirutênio fulvaleno. Ela é capaz de armazenar energia solar durante anos, bem como captá-la caso exposta ao sol. Um combustível feito dela seria capaz de produzir 200 °C, suficiente para esquentar uma casa ou fazer um motor gerar eletricidade. Contudo, é muito caro produzi-la – o que inviabiliza usá-la para fazer baterias líquidas.

Células fotovoltaicas e sistemas termossolares já estão no mercado há bastante tempo, porém a grande diferença entre eles e essa molécula é a incapacidade deles de armazenar a energia solar por muito tempo: é preciso captar e usar logo em seguida. O di-rutênio fulvaleno é diferente porque, ao ser atingido pelo Sol, sua estrutura adota uma formação semiestável que mantém a energia armazenada até que um catalisador seja adicionado para liberá-la.

Essa estrutura semiestável permanece inalterada por tempo indeterminado, o que possibilitaria usar o di-rutênio fulvaleno para armazenar energia solar como bateria em formato líquido. Contudo, devido ao fato do rutênio ser um elemento muito raro, produzir baterias que usem essa molécula está fora de questão.

O processo termoquímico que usa o di-rutênio fulvaleno não é novo, ele foi teorizado em 1970 e em 1996 a molécula foi descoberta. Porém, apesar de os cientistas já saberem o que ela fazia, não sabiam como isso acontecia, impossibilitando a pesquisa por um composto mais barato que conseguisse armazenar energia solar – atual objetivo dos pesquisadores.

Capacitor promete ser mais eficiente do que baterias recarregáveis

Uma das chaves para novas fontes de energia pode estar em uma espécie de supercapacitor.

Em um estudo recente, cientistas descobriram a possibilidade de utilizar uma material chamado zeolite-templated carbono nos eletrodos. Esse tipo de material permite ao capacitor aumentar a sua performance, dispendendo menos energia para o funcionamento dos equipamentos.

A pesquisa vem sendo conduzida na Universidade de Sendai, no Japão. Para armazenar energia, a dupla camada elétrica do capacitor é carregada pelos íons, que migram de uma solução composta para um eletrodo, onde são absorvidos.

Antes de chegar à superfície do eletrodo, os íons viajam por nanoporos estreitos de uma forma mais rápida e eficientes. Em geral, o mais rápido que um íon pode viajar é o máximo que um capacitor pode aguentar, resultando assim em um desempenho de altas taxas.

Além disso, quanto maior a densidade dos íons absorvidos pelo eletrodo, maior é carga que o capacitor pode armazenar, resultando em uma alta capacitância volumétrica.

A ideia dos cientistas agora é ampliar a densidade de energia do modelo até que ele chegue no mesmo nível das baterias secundárias. Se a tecnologia for adaptada para o carregamento de celulares, por exemplo, será possível carregar um aparelho em poucos minutos.

O dia que a internet poderá parar


Se as previsões dos especialistas estiverem corretas, o esgotamento dos endereços IPv4 deve acontecer em algum dia no mês de fevereiro deste ano. De acordo com o perfil do Twitter ARPAgeddon o número de IPs disponíveis hoje está em menos de 25 milhões.


Se levarmos em consideração que, atualmente, em cerca de 7 a 10 horas mais de 1 milhão de novos endereços são utilizados, podemos prever com facilidade o caos para algum dia do início do mês de fevereiro. O que exatamente aconteceria? Simples: você tentaria se conectar à web e, sem um número disponível, não conseguiria.


Isso, contudo, não impediria o funcionamento da rede. Como esse número é dinâmico, você poderia revezá-lo com outros usuários, mas o crescimento da rede estaria ameaçado. Pense em novos portáteis e computadores disponíveis, em número cada vez maior, e com menos possibilidades de acesso à rede.


IPv6: a solução para os problemas da rede?

Sabendo que as possibilidades do IPv4 um dia se esgotariam, desde a década de 90 os comitês gestores do serviço de internet em todo o mundo iniciaram suas pesquisas e começaram a trabalhar em novas versões de protocolos.

Os esforços resultaram no IPv6 (Internet Protocol versão 6). As duas novidades mais significativas dos IPv6 ficam por conta da reestruturação da maneira como os IPs são distribuídos e, principalmente, pela quantidade de endereços disponíveis

a partir de agora na rede.

Os protocolos IPv6, diferente do IPv4, operam com números em 128 bits em vez de 32 bits. Isso significa, na prática, que o número de endereços disponíveis salta dos 4.294.967.296 para impressionantes340.282.366.920.938.463.463.374.607.431.768.211.456.

O número equivale a cerca de 5,6 x 1028 endereços por pessoa.

Com isso, ampliam-se consideravelmente as possibilidades de crescimento da rede. Além dos computadores e celulares, outros dispositivos que atualmente não necessitam, necessariamente, conexão com a internet podem ter seu espaço garantido no futuro.

Geladeiras, relógios, porta-retratos digitais e uma série de outros gadgets poderão se transformar em um endereço de IP na rede sem que, para isso, computadores e celulares estejam ameaçados de não encontrar um espaço disponível.

Para facilitar a configuração automática o IPv6 determina um tamanho mínimo /64 para as redes locais, permitindo a ligação de muitos dispositivos diferentes. No IPv4 não havia um tamanho mínimo para uma rede local, o que as tornava mais limitadas.

Para esclarecer toda e qualquer dúvida que possa ter restado sobre o IPv6, o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.BR) preparou uma página especial sobre o tema, com explicações detalhadas sobre a novidade e suporte para possíveis duvidas surgidas na transição entre um protocolo e outro.

O que você precisa fazer para não ficar de fora dessa mudança?

Para quem utiliza as versões mais recentes dos sistemas operacionais ou dispõe de computadores e dispositivos mais recentes a transição, do ponto de vista do usuário, será extremamente simples. A maioria deles já conta com suporte para o IPv6.

Se você utiliza Windows e quer checar isso, basta digitar o comando “cmd” no campo de pesquisa do menu Iniciar. Na tela de comando que será aberta digite “ipconfig”. Entre os números listados, um deles será o do IPv6.

O maior trabalho, contudo, ficará a cargo dos provedores e serviços de hospedagem. São eles que terão que reescrever as linhas de código para que, quando o usuário tente se comunicar pela rede, utilize automaticamente o endereço IPv6 em vez do IPv4.

No Brasil, as maiores operadoras como GVT, Telefonica e Oi, já estão com processos adiantados para essa transição de forma que é apenas uma questão de tempo para que ela seja definitivamente implantada. Além disso, durante pelo menos os próximos dois anos, as duas versões coexistirão na rede até que, gradativamente, o IPv4 caia em desuso.

Além disso, quais outros diferenciais do IPv6?

A implantação do IPv6 é inevitável, portanto nada melhor do que saber mais sobre ele e conhecer quais são as novidades que o novo protocolo traz consigo além de vasta ampliação no número de endereços.

O IPv6 não requer o uso de NAT (Network Address Translation), ou seja, a solução paliativa encontrada para melhorar as configurações de segurança, mas devido a muitas dificuldades que trouxe para a rede, foi completamente abandonada.

O suporte ao IPSEC passa a ser obrigatório, garantindo a autenticidade das informações na rede e melhorando as questões de segurança na transmissão de dados. A configuração agora pode ser automática e não apenas manual ou via DHCP.

Fonte: Baixaki: http://www.baixaki.com.br/tecnologia/8134-ipcalipse-a-internet-esta-pequena-demais-para-nos-todos.htm#ixzz1CqacHQuv e http://www.ipv6.com.br/

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Um processador com 1.000 (mil) núcleos

No fim de 2009, a notícia era uma CPU Intel com 48 núcleos em um único chip. Até que impressionou, mas um novo protótipo faz com que a aventura da Intel seja brincadeira de criança.

Desta vez, pesquisadores da Escócia construíram um processador com mil núcleos - sim, 1.000 - que é 20 vezes mais rápido que os chips atuais, e ainda consome menos energia.

Os pesquisadores acreditam que esta nova tecnologia se tornará mais comum e ajudará a tornar os computadores mais rápidos nos próximos anos.

Para construir o chip, a equipe de pesquisadores usou a tecnologia FPGA, espécie de circuito integrado que, depois de ter sido fabricado, pode ser customizado pelo comprador.

Aproveitando-se da configurabilidade da FPGA, os pesquisadores foram capazes de usar uma boa dose de criatividade em programação para integrar os mil núcleos e dividir o processamento entre todos os mil. E, dada a natureza personalizável do processador de mil núcleos, ele é realmente mais eficiente, em termos de energia, do que as CPU multicore atualmente em uso por aí.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Principais limitações do Windows Vista Starter

Abaixo temos a lista das principais limitações do Windows Vista Starter, sendo que todas as demais versões do Windows Vista não as possui.

Só reconhece até 1 GB de memória RAM. Você até pode instalar mais memória no PC, mas o Vista não reconhecerá a memória adicional (a Microsoft havia anunciado que o Starter só reconheceria até 512 MB, mas aparentemente eles voltaram atrás depois de inúmeras críticas).

É a única versão do Vista que não possui versão de 64 bits – como o principal diferencial de versões de 64 bits é poder acessar mais do que 4 GB de RAM, este recurso não faz sentido, visto que esta versão do Vista está limitada a 512 MB.

Só reconhece discos rígidos de até 160 GB. Você pode instalar um disco rígido maior no seu micro, mas o Vista só vai conseguir particioná-lo (isto é, reconhecê-lo) como sendo um disco de 160 GB (a Microsoft havia anunciado que o Starter só reconheceria discos de até 120 GB, mas isso foi alterado).

No Windows Vista Starter só é possível abrir até três programas ao mesmo tempo. Isso mesmo, você leu certo.

Não possui o SuperFetch, que é um novo sistema de gerenciamento de memória que otimiza a memória RAM de acordo com os programas mais executados.

Apesar de reconhecer discos rígidos híbridos (isto é, discos com memória flash para ser usada como cache de disco) – tecnologia conhecida como ReadyDrive – o Vista Starter não possui o recurso ReadyBoost, que permite que qualquer memória flash como pen drives e cartões de memória possam ser usados como cache de disco para aumento do desempenho do micro.

Não possui desfragmentador automático de disco.

Não possui diferenciação dos níveis de pedidos de E/S (entrada/saída). As demais versões do Vista diferenciam pedidos de E/S em baixa prioridade, alta prioridade e importante, para otimizar o micro e garantir uma melhor resposta do sistema.

Não possui o controle de conta de usuário, que é um recurso que pede a confirmação do usuário para executar programas administrativos, a fim de impedir que cavalos de tróia ajam no micro do usuário.

Não suporta o novo modelo de drivers de vídeo do Windows Vista (WDDM, Windows Display Driver Model).

Não possui o recurso de colocar marcas (palavras-chave) em arquivos para facilitar a busca por documentos.

Não suporta controles do Xbox 360.

Não vem com a central de sincronização, que facilita a sincronização de arquivos localizados em PDAs e dispositivos similares.

Não vem com a central de backup.

Não vem com a central de compartilhamento de rede nem com a opção de diagnóstico da rede nem diversas melhorias no suporte a redes trazido pelo Windows Vista.

Não possui os novos modos de economia de energia trazidos pelo Windows Vista.

Não suporta o HotStart, recurso onde é possível configurar um botão no gabinete para ser um atalho para um determinado programa, inclusive ligando o micro antes caso ele esteja desligado.

Não vem com o .Net Framework 3.0.

Não permite a criação de documentos XPS (XML Paper Specification), que é um novo formato de documentos que salva o layout do documento tal como ele seria impresso, criado pela Microsoft para concorrer com o formato PDF.

Não vem com a nova interface gráfica Windows Aero (note que o Vista Home Basic também não possui este recurso).

Sinceramente, o Vista Starter serve apenas para você dizer que você tem o Vista em sua máquina pois, na prática, é um sistema que não serve para quem pensa em fazer um upgrade da máquina nos próximos meses ou usa mais de três programas ao mesmo tempo.

Como proteger seus emails dos olhos de bisbilhoteiros


Através de seu PC você tem acesso aos seus emails, certo? Você e outros. Qualquer um que passe em frente à sua estação de trabalho, independentemente de você estar nela ou não, pode ver o conteúdo das mensagens que você escreve, que enviou ou que recebe.


Tome providências para minimizar a visibilidade de suas comunicações eletrônicas.


Em primeiro lugar, vale não deixar seu cliente de email aberto, pelo menos evite deixá-lo maximizado em primeiro plano. Não interessa se está usando um POP3, como o Hotmail ou o Outlook; se não estiver em uso, não deixe aberto.


É normal que façamos logoff da máquina para sair na hora do almoço ou em ocasiões de ausência prolongada. Mas existem aquelas reuniões de última hora e que deviam levar apenas 2 minutos; deviam. Para esses casos, o negócio é usar a proteção de tela com proteção de senha.


Em um PC com o Windows, vá até o painel de controle e configure o screensaver (protetor de tela) por lá. Defina um tempo razoavelmente curto para a proteção de tela entrar em ação. Procure não definir um tempo inferior a cinco minutos, pois é normal (dependendo de seu trabalho) deixar o mouse ou o teclado parado enquanto realiza outra tarefa. Algo entre dez e 15 minutos deve ser apropriado; não se esqueça de definir a solicitação de senha para desativar a proteção de tela.


Não me leve a mal, mas, sim, uma senha segura faz parte do pacote. “1-2-3” não vai resolver a questão de segurança. Aliás, a sugestão básica é que não seja usado nenhum termo que conste em qualquer dicionário.


A vantagem dos webmails é que são acessíveis de qualquer ponto em qualquer momento e a partir de qualquer dispositivo que seja capaz de se conectar à web.


Em qualquer PC, mas especialmente em máquinas de uso público ou compartilhado, é importante realizar o logoff do site de emails ao terminar de ler suas mensagens. Se não tomar esse providência, sua caixa estará literalmente escancarada para o próximo usuário. Em alguns servidores de webmail, basta encerrar o navegador de internet, mas essa regra não é geral.


Por falar em navegadores, a opção de limpar o cachê ao sair da navegação é altamente recomendada. Pois nos dados do cachê ficam gravados dados referentes às mensagens enviadas.


Melhor que isso, só se usar o que nos navegadores Internet Explorer, Firefox e Chrome é chamado de “anonymous browsing” (navegação anônima). Com base nesse recurso, todo o histórico de suas ações na web ficam excluídas do cachê do programa.


Para situações em que você não tem o direito de modificar as configurações do navegador (caso de muitos PCs compartilhados) é interessante usar o navegador alternativo àquele definido como padrão no sistema.


Se o padrão for Internet Explorer, tente usar o Firefox, ou ao contrário. Assim você pode dificultar um pouco a vida dos xeretas e proteger sua conta de email.


Criptografando sua mensagem
Você pode cercar seu PC com minas terrestres, apagar o cachê do navegador e criar senhas com 128 caracteres ou mais. Mas nada, nada mesmo, protege seu email quando este abandona o interior do PC e ganha a rede. Ao trafegar do ponto A para o ponto B, a mensagem pode ser interceptada por alguém não autorizado.


Isso pode ser evitado - falo da leitura, não da interceptação. Basta criptografar a mensagem. Quem tiver acesso ao arquivo, vai passar dias na frente de um emaranhado de símbolos que significam nada, mesmo que nele esteja a data do fim do mundo ou o nome do próximo ganhador da Copa do Mundo. Se não tiver a chave para descriptografar a mensagem, de nada adiantou interceptar o conjunto de pacotes IP.


No caso de webmails, como o do Yahoo!, o Hotmail ou o da Google, usar o SSL é uma opção.


A maioria dos usuários de webmail reconhece o sinal que caracteriza o SSL, através do ícone de um pequeno cadeado exibido na página, ou porque veem que a URL é iniciada por HttpS, no lugar do tradicional Http.


Mensagens enviadas a partir de conexões HttpS são protegidas de interceptação.


Emails disparados a partir do Outlook também podem ser criptografados. Diferente do esquema SSL, o Outlook se serve de chaves públicas ou privadas. Ao emitir um email, o remetente aplica uma chave própria e a mensagem pode ser lida apenas por usuários que tenham o código público associado. Essa chave pública pode ser partilhada com pessoas que usem o Outlook ou qualquer outro serviço de email.

Espero que com estas dicas possa ter ajudado aos usuários que tem dúvidas sobre o uso seguro de emails.

sábado, 27 de novembro de 2010

Atenção! Microsoft alerta para falso antivírus

A Microsoft alertou seus usuários sobre um novo falso antivírus chamado "Security Essentials 2010", nome que visa confundir os usuários do verdadeiro Microsoft Security Essentials. De acordo com o alerta da empresa, este falso antivírus na verdade é o cavalo-de-Tróia Win32/Fakeinit.
Quando o usuário instala o "Security Essentials 2010", ele executa um verificador falso que monitora outros processos do sistema operacional e tenta encerrá-los.
Em alguns casos, os processos legítimos serão classificados como infectados pelo falso antivírus. Além disso ele altera diversas configurações de segurança do computador para deixar a máquina ainda mais desprotegida.
De acordo com a Microsoft, o principal objetivo deste falso antivírus é fazer com que os usuários paguem por algo que não protege o PC contra nada.
Imagem do falso Antivirus

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